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GEOGRAFIA
DISCIPLINA: GEOGRAFIA REGIONAL DO BRASIL II
TRABALHO
Estudo crítico sobre as intervenções antrópicas
(turísticas) e seus efeitos no processo de
regionalização da APA Capivari‑Monos.
Alunos: Alessandro Albertini Romera ‑ RA 01569100‑1
Antonio Nunes Soares da Silva Junior ‑ RA 00425100‑4
Daniela Virginia Fonseca Simões ‑ RA 02431/00‑6
Edson Rodrigues ‑ RA 01055/01‑8
Eloísa Gasparini Rocha ‑ RA 02239100‑3
Hilton Caldas Junior ‑ RA 05122100‑8
José Antonio Souza Fiorotto ‑ RA 04695/00‑1
Marcello dos Santos Dias ‑ RA 04230/00‑7
Niman Pereira Araújo ‑ RA 05425/98‑4
Paulo César dos Santos ‑ RA 04513/00‑9
Thiago Alexandre Lopes Rossetto ‑ RA 01240/00‑3
Professora: Rosalina Burgos
SÃO PAULO, 2° SEMESTRE DE 2.002

SUMÁRIO
1 . Apresentação ............. . ................................. . ....................... ........................... 02
1.1 AlessandroAlbertiniRomera ........................... . ..................................................03
1.2 Antonio Nunes Soares da Silva Junior ............................................................... .04
1.3 Daniela Virginia Fonseca Simões ......................... .. .............. . ......................... .05
1.4 Edson Rodrigues...................................................................................................06
1.5 Hilton Caldas Junior ............................. . ........................................................... 07
1.6 José Antonio Souza Fiorotto ................ . ............................................................ 08
1.7 Marcelo dos Santos Dias ....................... . ................... . ............................ . ... . 09
1.8 Niman Pereira Araújo ........................................................................ . ............ .10
1.9 Paulo César dos Santos .............. . ............. . ....................................... . ............11
1.10 Thiago Alexandre Lopes Rosseto ..................... . .. . ..................................... ....12
2. Introdução .......... . ...................... . ...................................................... .. ......... ..13
3. Objetivo .............. . ...................... . .................................................................... .15
4. Problema ............ . ...................... . ...................................................... . ........... .16
5. Hipótese ................................... . .................... . ................................. . ............. 17
6. Justificativa ....................................... . ............................................................... ..18
7. Procedimentos Metodológicos ...................... ............................................................19
8. Condiderações Finais .................................... ...........................................................20
9. Consideracões Finais ‑ propostas ...............................................................................21
110.Anexos da Regionalização da APA ............ . .................................................... .....22
1.1 Apresentacão de Alessandro Albertini Romera – RA 01569100‑1
Tomando como base a inserção da APA no que interessa na disciplina da Geografia Regional, considero de suma importância às informações coletadas em campo e as bibliografias utilizadas, pelas quais pude fazer uma análise científica no nível quantitativo e qualitativo. Na pesquisa quantitativa coletei dados sócio‑econômicos como: população e taxa de crescimento por grupos de distritos municipais (113GE e SEMPLA), renda média individual e renda média familiar por grupos de distritos municipais (Pesquisa, origem e destino/1997 e metrô), e Abastecimento de água, por forma, em Domicílios Particulares Permanentes (Sempla 2000). Na qualitativa, a ida a campo ajudou na elaboração das idéias sobre aquela região, com relação à implantação do EcoTurismo. A partir das informações levantadas em campo, pudemos debater e analisar de forma crítica as intervenções antrópicas na área estudada.
Acredito que seja vital para uma boa formação do geógrafo saber decodificar os vários tipos de ideológicas impostas em nossa sociedade, e que para isso aconteça, exigirá de competência e postura profissional.
1.2 Apresentação de Antonio Nunes Soares da Silva Junior ‑ RA 00425/00‑4
0 trabalho APA Capivari‑Monos inserida nos conhecimentos da geografia Regional 11 veio nos mostrar a grande quantidade de informações que pode ser obtida em um estudo dessa natureza. Tais informações são as seguintes: estudos das populações, clima, geomorfologia, hidrografia, etc. Seguido essa linha do raciocínio, vale dizer que o mais importante, nos estudos regionais são os cruzamentos de todas as informações (físicosnaturais), pois só assim, o geográfico poderá realizar um estudo critico sobre a área estudada. Desta forma, o trabalho do geógrafo pode ser mais útil para sociedade.
A partir desses cruzamentos de aspectos físicos ‑ naturais e sociais, pode‑se construir um conhecimento de forma sistemática, porem as dificuldades encontradas para a elaboração desse trabalho foram enormes, como por exemplo: falta de tempo para estudar as bibliografias referente aos assuntos que interessam, como também falta de tempo para fazer trabalhos de campo, sabendo‑se que, os trabalhos de campo são muito importante para o desenvolvimento de um estudo.
1.3 Apresentação de Daniela Virginia Fonseca Simões ‑ RA 2431100‑6
0 trabalho sobre a APA Capivari Monos inserido na matéria de Geografia Regional do Brasil tem como objetivo realizar um estudo crítico sobre as intervenções antrópicas (turísticas) e seus efeitos no processo de regionalização.
Assim apresentado nesse trabalho tanto nos aspectos físicos ‑ naturais como nos aspectos sócio ‑ econômicos.
A APA está inserida em uma divisão com plano, ou seja, está delimitada/dividida sob uma plano estratégico de proteção dentro da RIVISP (Região Metropolitana de São Paulo). Com a criação da APA pode concluir que se tem como objetivo evitar o crescimento descontrolado da metrópole, assim proteger essa área.
Por ser uma área de mananciais, reserva da Mata Atlântica, reserva de nações indígenas... sabemos que a proteção deve ser intensa e controlada.
Dessa forma em nossos trabalhos de campo e em pesquisa pudemos constatar como a ação antrópica vem degradando a área, ora pelas ocupações irregulares que vem tendo um crescimento descontrolável, ora pelo turismo mal planejado, assim causando também um desequilíbrio ambiental nesta área.
Por se tratar de uma APA, nela pode haver também propriedades particulares assim tornando impossível controlar o acesso de pessoas na área, em trilhas, em passeios pelos rios da região... até mesmo por muitas cachoeiras, rios estarem dentro ou cortando essas propriedades. Então diante dessa e outras situações o que deve acontecer diante dos proprietários e dos próprios visitantes da APA é uma conscientização da proteção e conservação da APA e um planejamento para a área e para o uso do local para fins turísticos.
Assim o turismo deverá delimitar as áreas a serem visitadas e todas as atividades realizadas dentro da APA só poderão acorrer com o apoio de guias turísticos e com uma prévia autorização dos responsáveis.
Esse trabalho foi importante, pois nele pude associar os diferentes âmbitos que se dá o processo de regionalização e integrar inclusive com outras disciplinas do curso.
Assim inclusive questionar a forma de regionalização e delimitação da APA partindo sempre de um estudo crítico da área associando diversos aspectos como físicos e humanos.
Foi uma forma diferente de se estudar Geografia Regional, pois pude colocar em prática o que sempre era até então teórico, assim partindo a estudar a regionalização de uma área, no caso a APA Capivari‑ Monos.
1.4 Apresentação de Edson Rodriguez ‑ RA 01055/01‑8
0 trabalho de campo desenvolvido na área da APA dos rios Capivari e Monos relaciona‑se com a disciplina de Geografia Regional, inicialmente, por origem, já que é um território delimitado para um determinado objetivo, preservação de mananciais e área verde.
A atividade externa à sala de aula propicia a observação do conjunto da natureza, incluindo‑se naturalmente a atividade antrópica. A APA proporciona um modelo que coloca desafios interessantes na medida em que encontramos áreas verdes, mananciais, população indígena, população branca, agricultura, mineração, etc. Assim a aplicação dos conceitos do regionalismo, por mais que possamos questioná‑los, encontrou na APA as condições propícias de aplicação e desenvolvimento onde os alunos podem fazer as devidas correlações abrindose os horizontes do conhecimento geográfico.
1.6 Apresentação do José Antonio Souza Fiorotto ‑ RA 04695/00‑1
0 Estudo da Apa pelos estudantes de geografia são o aval crítico sobre as condições do espaço estudado para receber um projeto turístico de exploração.
As bases aqui estudadas até dos aspectos sociais ao caráter presente que pode sofrer as conseqüências de um futuro explorador. Esta exploração sendo adequada a uma política polida nas normas de práticas turística que favorecem a uma evolução sócio ecológica do local, dariam a APA um futuro livre da depredação e ocupação desenfreada na qual a mesma esta suscetível. A ocupação turística do espaço sacramenta a idéia de um espaço modelo onde o fator sócio ecológico permaneceria predominante.
1.7 Apresentação do Marcello dos Santos Dias‑ RA 04230/00‑7
A partir do conhecimento das características físicas e sociais da região, este estudo aponta e sugere formas responsáveis de utilização da área, bem como contestar, se necessário, possíveis projetos que seriam nocivos à região segundo os aspectos acima relacionados.
Neste aspecto, de importância primeira foram as visitas à região a fim de efetuarmos o recolhimento de informações para posterior análise e cruzamento destes dados com as propostas de aproveitamento turística daquela região.
Sem dúvida nenhuma, tal projeto, é importantíssimo para a formação do geógrafo no sentido de ser uma excelente experiência no processo metodológico da construção do conhecimento bem como no aumento da capacidade de observação e diagnóstico de situações críticas no que se referem às relações sociais e suas implicações e conseqüências.
No bojo destas questões, o maior desafio para o estudante de geografia, é o de apontar, de forma técnica e embasada, as complexas razões de se aplicar ou não tal projeto na região, sustentando idéias e impressões sobre as questões que surgirem.
1.8 Apresentação do Niman Pereira Araújo ‑ RA 05425198‑4
0 trabalho sobre a APA (Área de Preservação Ambiental) da região de Capivari e Monos, com a finalidade de realizar um estudo que apresente soluções que permitam a preservação dos recursos naturais sem a degradação do meio ambiente em uma área onde se pretende implantar um projeto de exploração do turismo ecológico. Trabalho esse da disciplina Geografia Regional com coordenação da professora Rosalina Burgos, que juntamente com os alunos do sexto semestre, realizou estudo gabinete e de campo na região da APA, com o intuito de entendermos através da análise geográfica, as intervenções que puderam causar desequilíbrio ecológico no processo de regionalização da APA.
1.9 Apresentação do Paulo César dos Santos ‑ RA 04513/00‑9
0 presente trabalho tem por finalidade desenvolver o estudo critico no âmbito da Geografia Regional de modo a auxiliar a intervenção turística na APA Capivari‑Monos tentando mostrar ou minimizar os impactos da intervenção antrópica na Região.
Para isso é necessário a junção das análises teóricas e empíricas, com visitas a campo e levantamentos bibliográficos.
A grande importância deste trabalho talvez seja o aprendizado sobre a crítica, já que ela torna‑se enriquecedora a partir do momento em que ensina a mostrar soluções e contestações.
As maiores dificuldades talvez sejam a falta de tempo de nós alunos para nos debruçamos sobre um determinado trabalho e aprender a regionalizá‑lo do ponto de vista metodológico.
1.10 Apresentação doThiago Alexandre Lopes Rossetto‑ RA01240100‑3
0 presente trabalho está inserido na matéria Geografia Regional do Brasil e tem como características propostas por nós alunos enfatizar e propor algumas soluções para a intervenção turística que será feita na área. Dentro desta proposta, um estudo crítico das intervenções antrópicas do turismo na Região da APA Capivari‑Monos, ~ colocamos e uma forma crítica para podermos analisar e propor o que será benéfico ou prejudicial para a referida área.
A importância e principalmente os métodos utilizados para fazer este trabalho foram de suma importância para minha formação como geógrafo. Sendo assim esse processo de captação de informações sobre o local, a discussão em sala de aula sobre essas informações coletadas em campo, me levaram a um enriquecimento de forma metodológica e de como absorver estas informações.
As maiores dificuldades por mim encontradas foram justamente a de filtrar e transformar essas informações captadas para dar um embasamento em relação à proposta à matéria Geografia Regional e o resultado final.
INTRODUÇÃO
Com o objetivo de se executar um planejamento integrado, visando à exploração comercial do turismo, este estudo vem para contribuir com a diminuição do desequilíbrio ecológico, desagregação social e perda de valores culturais das comunidades locais, além de danos ao patrimônio histórico. 0 turismo como atividade de massa pode tornar‑se uma industria legal de grande potencial preservacionista.
Qualquer atividade turística implica na utilização do espaço, meios e lugares, os quais requerem organização e planejamento na instalação da infra-estrutura e dos serviços. A ocupação do espaço pela construção de equipamentos turísticos pode gerar descaracterização dos núcleos originais, culminando, em casos extremos, com a segregação social e/ou espacial. Isto tem ocorrido com o turismo dito convencional, onde, de fato, temos muitos casos já clássicos no mercado brasileiro que exemplificam como pode ser desastroso para a cultura e o meio ambiente de um núcleo receptor as atividades turísticas de massa com ausência de um planejamento sério e prévio ao seu desenvolvimento.
Temos como exemplo a praia de Trindade em Paraty no litoral sul do Rio de Janeiro, onde a exploração turística não tem programas e planejamento e o descontrole e devastação ambiental se aceleram.
A grande preocupação dos grupos ambientalistas e sociais se volta novamente para o princípio da sustentável idade e o temor de que estes projetos estejam somente impulsionando rendimentos econômicos para o mercado e que seu processo deixe em segundo plano estratégicos como a conservação da biodiversidade e a melhoria da qualidade de vida das comunidades locais.
Por outro lado, a indústria do turismo, com seus capitais emergentes e pujantes sendo despejados em regiões de fragilidade sócio ambiental, precisa aceitar a sua responsabilidade por seus impactos nos ambientes naturais e nas populações e ativamente agir em busca de reconhecê‑los e lidar com sua redução. Como o Brasil ainda não possui um órgão estratégico para os caminhos necessários em um estágio de desenvolvimento recente e não possui políticas integradoras, o momento atual é oportuno para o estabelecimento de uma política nacional estratégica para o desenvolvimento responsável do turismo.
A história do turismo no Brasil é pontuada por projetos bem sucedidos sob todos os aspectos e recheada de projetos predatórios e imbuídos de um só objetivo: o lucro, desconsiderando todos os outros aspectos que são em si mesmos o motivo do próprio turismo.
OBJETIVO
0 objetivo deste trabalho é realizar um estudo crítico sobre as intervenções antrópicas (turísticas) e seus efeitos no processo de regionalização da APA: Capivari/Monos.
PROBLEMA
Porque realizar um estudo crítico sobre as intervenções antrópicas e seus efeitos na APA: Capivari/Monos?
Hipótese
Porque ao realizar um estudo crítico, poderemos entender como as intervenções antrópicas (turísticas), podem intensificar o desequilíbrio ecológico no processo de regionalização da APA.
JUSTIFICATIVA
Dentro do que se propõe, por parte do curso de turismo, os alunos do curso de geografia irão fazer este estudo crítico não só para visar às condições existentes dentro da área do Capivari/Monos, mas também para que, por parte do turismo, os alunos assimilem melhor os problemas existentes com relação à regionalização e aos problemas que isso pode gerar com uma intervenção descontrolada naquela área. Dentro disso, deixaremos todos os problemas explicitados de uma forma que todas as partes possam entender e fazer o melhor para a preservação da área.
A participação do geógrafo na realização de um estudo crítico sobre as intervenções antrópicas na APA pode ser muito interessante e ao mesmo tempo produtiva. 0 conhecimento teórico do geógrafo possibilitará avanços como elaborar diretrizes de uso da área; melhorar a preservação dos ecossistemas da APA; utilizar os recursos hídricos sem danificá‑los; a contribuição para a conservação das reservas naturais e o cuidado com a flora e fauna. Essas diretrizes podem de fato tornar o ambiente mais preservado, além de conscientizar a população que utiliza a região como moradia e meio de sustento, mantendo o equilíbrio dos ecossistemas.
PROCEDIMENTOS metodológicos
Através da fonte do SEMPLA (2000) é possível entender a dinâmica da região metropolitana relacionada aos aspectos sócio-econômicos com bases estatísticas, dando assim uma visão mais macro dos problemas que assolam em determinadas regiões, permitindo assim uma distribuição adequada dando prioridades às regiões mais prejudicadas pelas quais precisam de maiores investimentos.
Para poder realizar o procedimento metodológico é necessário: ‑ trabalho de levantamento de informações em campo;
‑ levantamento bibliográfico (teórico e prático);
Entrevista com a população local (questionários com perguntas a serem elaboradas pelos alunos de geografia); mapeamento cartográfico; levantamento em órgãos públicos sobre a situação da área; verificar quais serão as medidas tomadas pelo curso de turismo, para assim direcionarmos o nosso estudo crítico; propormos uma solução para que a área não seja afetada de forma para que a sua preservação e ocupação não se tornem sem controle; criação de núcleos educacionais de preservação e estudos científicos sobre a fauna e flora da região.
Considerações FINAIS
Este projeto turístico dentro da APA de Capivari Monos poderá abrir uma grande porta para o que poderá ser uma excelente escola de como o turismo pode estar, antes de tudo, preocupado com o meio ambiente e com a preservação deste. A partir deste projeto, poder‑se‑á criar um tipo de turismo modelo, diferente do panfletário e insipiente "turismo ecológico", voltado de fato para a educação e conscientização crítica e ativa, à medida que se contempla a beleza natural deste lugar. Tendo estes preceitos como coluna do desenvolvimento de turismo nesta região, não será difícil atrair certos segmentos da sociedade privada afim de que possam investir na consolidação do que seria muito mais do que turismo, mas um aprendizado do viver em harmonia e respeito com o meio ambiente.
Não podemos criticar diretamente a implantação turística na região, pois o turismo já está implantado na APA. Mas nesse trabalho iremos delimitar as áreas onde o turismo poderá ser explorado, respeitando acima de tudo as formas de vida encontradas no meio.
0 turismo deverá implantar a visitação de forma ordenada e com restrições a determinadas áreas, respeitando todos estudos de EIA e RIMA da APA.
De fato, onde o homem chega ocorre uma alteração no meio, e é exatamente por isto que o turismo também deve ter a responsabilidade de bloquear determinadas áreas da região a fim de evitar invasões de terras para a ocupação desordenada, comércio informal ou outros aspectos que sejam nocivos à preservação da região. 0 aumento de conhecimento desta região é diretamente proporcional à responsabilidade que os homens tem de preservá-Ia, dependentes que são destes grandes ecossistemas.
Considerações FINAIS: Propostas
OBJETIVO 1: Oferecer um modelo de empreendimento onde as intervenções a serem executadas estejam ajustadas às normas e diretrizes estabelecidas na legislação ambiental vigente quanto ao uso e ocupação da área, garantindo a integridade e recuperação, quando couber, das faixas de interesse ecológico.
OBJETIVO 2: Pretende‑se implantar no local um empreendimento do tipo: Exploração Turística. Considerando as características ambientais (econômicas e sociais) presentes no local, bem como a natureza do empreendimento proposto, relacionado à necessidade de intervenções com conseqüentes impactos ao Meio Ambiente.
OBJETIVO 3: Adequação dos procedimentos técnicos visando mitigar seus efeitos danosos, assim, faz‑se necessário à textualização geográfica de modo que possam ser apontadas alternativas capazes de se compatibilizarem com a viabilidade do empreendimento, proposto com as diretrizes e normas estabelecidas para a matéria.
OBJETIVO 4: Criação de uma taxa para turistas que queiram visitar a APA.
OBJETIVO 5: Preservação dos recursos hídricos da região, despoluição da represa Billings e Guarapiranga.
OBJETIVO 6: Criação de escolas que defenda a consciência ecológica, juntamente com pesquisas que favoreçam a preservação do meio.
‑ Delimitar o número de visitante ao local.
‑ Todas as trilhas só poderão ser realizadas sob a orientação de um guia.
‑ Conscientizar o visitante sobre a importância do local a ser visitado e posicionar os mesmos a respeitar as formas in situ encontradas no meio ambiente; não coletar plantas; não gravar nomes em rochas e árvores, etc.
Enfim, tomar medidas para que não ocorra um nocivo impacto ambiental causado pela ação antrópica na região, visando sempre respeitar o meio ambiente.
Fiorgeograf